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25 de abril de 2026

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COP30 em Belém marca avanço da tecnologia brasileira na luta contra a crise climática, segundo especialista

Foto: Pexels

Em novembro, Belém, capital do Pará, será a sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). Pela primeira vez, o evento será realizado no coração da Amazônia, a maior reserva de biodiversidade do planeta. O encontro deve reunir mais de 40 mil pessoas, entre autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil, para debater pautas urgentes, entre elas financiamento para florestas tropicais, adaptação climática, transição energética e os impasses entre petróleo e meio ambiente.

Diante dos desafios em debate, a tecnologia surge como uma aliada importante na busca por soluções sustentáveis. Ferramentas como monitoramento por satélite, sensores ambientais, inteligência artificial e sistemas de mensuração de impacto vêm se consolidando como recursos valiosos para a conservação da floresta e o fortalecimento de políticas públicas. Nesse contexto, ampliar o uso de tecnologias voltadas ao meio ambiente pode ser decisivo para promover ações mais eficazes e duradouras no enfrentamento da crise climática.

Para empresas que atuam com tecnologia ESG, como a DEEP, esse é o momento de mostrar como o Brasil pode liderar a transformação climática com soluções próprias e aplicáveis. “Levar a voz da DEEP para a COP30 é uma honra imensa. É onde o mundo olha para o futuro, e nós estaremos lá para mostrar como a tecnologia e a inovação brasileira podem liderar o caminho na agenda climática global”, afirma Arthur Covatti, cofundador e CEO da DEEP. Segundo ele, a presença no evento é uma oportunidade não apenas de contribuir com a discussão, mas de reforçar que a preservação da Amazônia passa, também, pela inteligência com que usamos os dados e a tecnologia a nosso favor.

Ele ressalta ainda que a COP30 vai muito além das negociações entre países, ao redefinir prioridades econômicas e traçar os rumos para os próximos anos. “Estamos testemunhando uma transformação nos critérios de valor no mercado global, em que a inovação sustentável e o compromisso com dados concretos se tornam diferenciais competitivos”, destaca. “Nossa expectativa é que o evento impulsione a demanda por soluções tecnológicas capazes de mensurar e orientar a transição climática com maior precisão e impacto efetivo.”

Sobre a DEEP ESG

Fundada em 2020, a DEEP é uma empresa de mensuração de impacto, reporte e monitoramento para a gestão ESG. Com transparência e demonstrativos robustos, suas soluções apoiam as lideranças das empresas na tomada de decisões estratégicas, aumentando a confiança de todos os stakeholders. As soluções da DEEP permitem a elaboração de inventários de carbono, divulgações e relatórios ESG para melhor controle e centralização de dados quantitativos e qualitativos, a partir de arquivos contábeis ou por integração com os sistemas de gestão (ERP) das empresas e instituições financeiras. Site: https://deepesg.com

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