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26 de abril de 2026

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Internet de alta velocidade chega a 7 mil escolas públicas brasileiras

Crédito: Freepik

Em comunidades onde a internet parecia um sonho distante e, em alguns casos, faltava até mesmo energia elétrica, a realidade está mudando. O Programa Aprender Conectado acaba de alcançar 7 mil escolas públicas com internet de alta velocidade, transformando o dia a dia de estudantes e professores em regiões onde a conectividade nunca havia chegado.

Grande parte dessas unidades está em áreas rurais, comunidades indígenas, quilombolas e regiões ribeirinhas. No Norte do País, por exemplo, onde mil escolas já foram conectadas, locais sem energia elétrica tradicional receberam pequenas fontes de energia solar para viabilizar o acesso à rede. 

Em outras realidades, quando nem mesmo a infraestrutura terrestre é possível, entra em cena a conexão via satélite, garantida por meio da parceria entre a Entidade Administradora da Conectividade em Escolas (Eace) e a Telebras.

De olho no amanhã 

A meta do programa é ambiciosa: 18 mil escolas conectadas ainda em 2025 e 38 mil até o final de 2026. Atualmente, de acordo com o diretor geral da Eace, Flávio Santos, o ritmo de trabalho é de 90 novas escolas por dia. E quase 40% da meta deste ano já foi atingida.

“Para estudantes e professores, essa transformação significa mais do que acesso à internet. É a chance de explorar conteúdos digitais, participar de aulas online e ampliar horizontes sem precisar deixar sua comunidade”, destaca. 

Aprender conectado 

O Aprender Conectado integra a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), do Governo Federal, que pretende conectar 138 mil escolas públicas com internet de qualidade, equipamentos e recursos digitais para modernizar o ensino. 

Do total, 38 mil unidades em regiões isoladas ficarão sob responsabilidade do programa Aprender Conectado, que atua em locais onde, muitas vezes, nem a fibra óptica consegue chegar.

“É importante lembrar a importância desse projeto para essa parcela mais vulnerável da população brasileira. Nós estamos com as nossas equipes em campo, trabalhando a todo vapor, para criar novas oportunidades de aprendizagem para estudantes e professores. E só vamos parar quando alcançarmos a meta que nos foi dada”, conclui o diretor geral da Eace.

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