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Com a COP30 marcada para novembro em Belém (PA), o Brasil se prepara para apresentar soluções concretas na agenda climática global. Em setembro, durante a Semana do Clima em Nova York, o Brazil Climate Summit reuniu investidores, formuladores de políticas, acadêmicos e representantes de empresas, destacando iniciativas brasileiras em sustentabilidade, regeneração ambiental e educação socioambiental.
O cenário climático é crítico. O serviço climático europeu Copernicus apontou que 2024 foi o primeiro ano a ultrapassar o limite simbólico de 1,5ºC acima da média pré-industrial, além de ter sido o mais quente já registrado. Segundo António Guterres, secretário-geral da ONU, essa série de recordes de temperatura representa um verdadeiro “colapso climático”. No Brasil, o desmatamento da Amazônia aumentou 18% entre agosto de 2024 e março de 2025, com 229 mil hectares derrubados, área maior que a cidade de Palmas (TO), segundo dados do Imazon.
“É justamente nesse ponto que iniciativas como a da Astera se inserem. Nosso trabalho busca catalisar projetos socioambientais, tornando-os autossustentáveis e capazes de gerar transformações duradouras. Não basta restaurar ecossistemas; é preciso restaurar também relações humanas com a natureza, construindo uma cultura regenerativa que alinhe agendas ESG e ODS a práticas concretas”, afirma Paula Mazzola, fundadora da Astera.
Estudos mostram que a educação ambiental tem impacto direto no comportamento sustentável, jovens e comunidades envolvidas em programas ambientais têm 50% mais probabilidade de adotar hábitos ecológicos, como reciclagem e consumo consciente (PNUMA). Iniciativas em escolas públicas e comunidades também aumentam engajamento em ações de preservação e manejo de recursos naturais, além de promover protagonismo e liderança.
A Astera conecta empresas, governos, ONGs e comunidades para ampliar projetos de educação ambiental, diversidade, inclusão e restauração de ecossistemas. Para pautas, Mazzola pode comentar sobre como soluções brasileiras podem se tornar modelos globais, tendências em ESG, políticas públicas e regeneração socioambiental, e apresentar casos concretos de iniciativas com impacto mensurável.
Sobre a Astera
A Astera é uma rede catalisadora de projetos e iniciativas socioambientais, que conecta empresas, comunidades, startups, ONGs e governos para promover a regeneração ambiental, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável. Fundada em 2022, a Astera atua com projetos de restauração ecológica, educação ambiental, geração de renda e inovação social. A empresa também oferece serviços de consultoria, capacitação e mentoria para organizações que querem fortalecer sua estratégia ESG e alinhar seus negócios aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Para mais informações, acesse: www.astera.com.br



